Altruísmo, partilha e confiança são a base do projeto social Believe. Andresa Salgueiro é a mentora e decidiu desafiar-se a si mesma e viver 1 ano, 11 dias, 11 horas e 1 minuto com apenas 1111€ e a muitas trocas.
Uma aventura corajosa, que despertou a atenção dos mais curiosos e, pouco tempo depois, foi alargado para ajudar também todos os portugueses, para que, de certa forma, aprendam a lidar e contrariar a crise económica.
O Believe arrancou no dia 11 de Dezembro e tem conquistado cada vez mais pessoas no seu grupo "Troco 1 hora" no facebook, onde se podem realizar trocas de produtos, serviços e até mesmo contactos.
Para solidificar (ainda mais) este projeto a "Vida Grátis" e "Net Solidária", associaram-se ao Believe. E todos nós o podemos fazer, desde o cidadão comum, a empresas, distritos, todos que estejam dispostas a dar e receber, seja o que for.
Numa altura, em que o consumismo desenfreado ganha, cada vez mais, um lugar no topo das tabelas, este projeto ensina-nos que de um modo criativo e divertido, podemos aliar a poupança à felicidade.
Se não tomássemos decisões importantes, as consequências seriam sempre banais. Se não arriscarmos por caminhos desconhecidos, pensaremos que só existem estes. Se não tivermos ambição de mudar, permanecemos sempre estagnados. Se não pensarmos em evoluir, quando dermos por nós, somos antiquados. Se pensarmos sempre que o barco não afunda, nunca saltaremos para outro. Se atravessamos sempre na passadeira e pensamos que nunca seremos atropelados, enganamo-nos bem. Se pensarmos sempre que o ladrão tem a pistola carregada, vai sempre roubar-nos. Se pensarmos que nunca chegamos longe, ninguém vai pensar por nós.
Se vivêssemos sozinhas, na solidão, nunca saberíamos o prazer de ter um amigo sempre do nosso lado.
Por isso lembra-te, por vezes as decisões são difíceis, mas os resultados facilitam todo o resto. Por vezes dá medo arriscar, mas da ainda mais, arrepender de não ter arriscado.
Sim, ainda estamos em Abril. Mas este ano antecipamo-nos e já marcamos férias para Agosto (com uns 25% de desconto) e o destino é – Benidorm (bebe e dorme lol).
Flashes. Luzes. Musica. E muito glamour. É assim que todos imaginam um desfile de moda. No entanto, nem sempre os desfiles foram sinónimo de espetáculo e entretenimento.
Surgiram na segunda metade do século XIX, mais precisamente em 1858, no auge da alta-costura, com o costureiro inglês Charles Frederick Worth, considerado também o “Pai da alta-costura”. Worth foi o primeiro a utilizar manequins vivas para apresentar os seus modelos às clientes.
Já no início do século XX, com a indústria da moda a ocupar o seu espaço no mercado Europeu e nos Estados Unidos, os criadores de moda exibem desfiles para um público muito restrito.
Mais tarde, em 1980, os desfiles chegam não só com o glamour da época, mas com uma certa liberdade nas passarelas. Com vários estilos em evidência, os desfiles tornam-se “shows”, cada vez mais inovadores e muitas vezes chamados de grandes espetáculos.
Criadores como Jean-Paul Gaultier, Viviene Westwood, Christian Lacroix, Giorgio Armani entre outros, fazem verdadeiros espetáculos.
Em 1990, Linda Evangelista, Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Cindy Crawford entre outras, tornaram-se ícones de moda da época. E no mesmo período, o estilista francês Thierry Mugler, para comemorar os 20 anos da marca e o lançamento do Angel, faz no teatro parisiense “Ópera Comique” o mais caro desfile que já houve em toda a história da moda. Foram gastos 20 milhões de dólares para esse desfile.
Em 1996, Yves Saint Laurent causou polémica, a transmitir pela primeira vez um desfile em tempo real. Pouco depois, o austríaco Helmut Lang optou por realizar o seu desfile exclusivamente via internet e cancelou o tradicional desfile. Outro sucesso foi o desfile de John Galliano para Dior, na estação ferroviária de Austerlitz, em 1998.
Atualmente, quase todos os desfiles são transmitidos em tempo real. E Vitoria’s Secret, entre outras marcas, já nos habituaram a estes desfiles, que por vezes se confundem com um verdadeiro espetáculo e nos divertem imenso.
Recentemente, no Portugal Fashion, Teresa Martins surpreendeu com a sua coleção “Threads of Identity”. Onde trocou os modelos por dançarinos, um desfile que deixou a plateia de pé, sendo o mais aplaudido.
Moral da história: a moda é muito mais do que roupa...
Sara Sampaio é a nova cara da campanha da marca italiana Calzedonia Mar Verão 2012, que foi fotografada em dois locais distintos: Grécia e Jamaica. Uma produção absolutamente fantástica.
E, claro, que não é a toa que aos 20 anos está no top das “Hottest Women Of The Week”, segundo a revista GQ inglesa.
Depois de em 2007, com apenas 16 anos, ter ganho o Cabelo Pantene, a modelo Portuguesa que é cada vez mais internacional, tem sido presença assídua em capas de revista como, a Vogue, Elle e Marie Claire.
Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Modelo Feminino, em 2011, no mesmo ano em que a revista Vogue a elege para capa “para comemorar os nove anos da Vogue Portugal, escolhemos para a nossa capa a nossa melhor exportação da moda, Sara Sampaio.”
Armani Exchange, Replay, Blumarine,Lanidor,Triumph, Maybelline, são algumas das marcas em que a jovem modelo participou e obteve um enorme sucesso.
Na minha opinião, revelou-se uma das melhores modelos Portuguesas da atualidade. Espero que nos continue a surpreender e a levar a bom porto, o que de melhor há no nosso país!
Chama-se Pop Phone e é um acessório que simula o auscultador de um telefone antigo, este pode ser usado em telemóveis, computadores e tablets. Funciona como fone de ouvido, no melhor estilo vintage.
Este acessório retro inventado pelo francês David Turpin, foi lançado pela empresa Native Union, e promete bloquear 99% das radiações emitidas pelo telemóvel. Além disso, ele funciona exatamente como um telefone antigo, com auto-falante e microfone, e promete melhorar as ligações. Está disponivel em diversas cores, e também em versões personalizadas (com brilhantes, por exemplo).
Nos Estados Unidos, os Pop Phones em modelos coloridos custam, em média, 30 dólares. Já as versões mais personalizadas são um pouco mais caras, custando cerca de 60 dólares. Por cá, os modelos coloridos estão à venda a partir de 34€.
A fabricante americana de brinquedos Mattel, aceitou o desafio colocado por uma campanha lançada em Dezembro, no Facebook, por duas mulheres norte-americanas. E irá produzir, no próximo ano, uma Barbie sem cabelo. A nova boneca não será comercializada, mas distribuída em hospitais a crianças que perderam o cabelo na sequência de tratamentos a doenças oncológicas.
No âmbito de uma parceria com a Children’s Hospital Association, a Mattel vai doar e distribuir bonecas a crianças que estejam internadas devido a problemas oncológicos em hospitais e centros de recuperação dos Estados Unidos e Canadá (esperemos que o mesmo aconteça em todo o mundo, inclusive por cá!).
A Barbie careca será também acompanhada por acessórios de moda, tais como perucas, chapéus ou lenços.
Espera-se que a nova Barbie ajude estas crianças, que perderam o cabelo devido aos tratamentos, a ultrapassar a situação da melhor forma.
Aqui ficam alguns exemplos, são adoráveis e a ideia é de louvar!
Dançar na hora de almoço - a moda veio para ficar!
O conceito, importado da suécia, teve um grande sucesso na passada quinta-feira, nosMausHábitos, no Porto. O Lunch Beat convida todas as pessoas a, "durante a hora de almoço de um dia normal de trabalho", juntarem-se ao evento e ir dançar, "agitando as ideias e injetando energia no seu dia". A iniciativa rege-se por dez regras oficiais, "um pouco inspiradas no filme Fight Club", explica Emílio Brandão (O coorganizador e DJ oficial do Lunch Beat). "Se é o teu primeiro Lunch Beat, tens que dançar", é a primeira. Logo seguida pela regra número dois - "se é o teu segundo, terceiro, ou quarto, etc, Lunch Beat, tens que dançar". "Se estiveres muito cansado para ir ao Lunch Beat, por favor, vai almoçar a outro lado", estabelece a terceira. Entre outras regras, impõe-se, igualmente, que, durante a hora do evento, não se fale de trabalho, que todas as pessoas dancem com toda a gente presente e que o ambiente seja, preferencialmente, "drug-free".
Muita diversão e descontração, prometem estas pausas.